terça-feira, 29 de novembro de 2016

Índices de Liquidez Tegma S.A. e JSL S.A.

Olá, pessoal!

Abaixo iremos falar um pouco sobre as empresas Tegma S.A. (www.tegma.com.br) e JSL S.A. (www.jsl.com.br/) e sobre os Índices de Liquidez Geral, Corrente e Imediata das mesmas. Ambas empresas encaixam-se no segmento NM na Bolsa de Valores e operam no setor de Transporte Rodoviário.

Tegma S.A.

Sobre a empresa: 

A Tegma Gestão Logística provê serviços de logística, distribuição e transporte para o setor automotivo no Brasil.

As principais atividades envolvendo veículos zero quilômetro consistem no transporte rodoviário desde a montadora ou o porto até as concessionárias em todo o país, na gestão de pátios e de estoques de montadoras, no rastreamento online e no PDI (pre-delivery-inspection) que consiste na preparação pré venda do veículo.

A empresa também oferece serviços de logística para o setor de bens de consumo, por meio das suas operações de logística industrial e armazenagem, que são responsáveis pela logística para linha de produção e das suas operações de armazenagem, responsáveis pelos serviços de administração de estoques e distribuição de bens duráveis e não duráveis.

Índices de Liquidez:

Indicador de Liquidez Corrente: 1,570199
Indicador de Liquidez Geral:  0,610504
Indicador de Liquidez Imediata: 0,688132

JSL S.A.

Sobre a empresa:

Hoje os serviços logísticos estão presentes em mais de 16 setores da economia, oferecendo soluções de alto valor agregado para toda a cadeia do processo produtivo em 20 estados brasileiros e em três países do Mercosul, contando com mais de 240 filiais e mais de 89.000 ativos operacionais. Adicionalmente possuímos 16 lojas da Seminovos JSL para a comercialização dos nossos ativos.

O portfólio de serviços da Companhia também conta com a Movida, empresa de locação de veículos para pessoas físicas e jurídicas, que terminou 2015 com 166 lojas de atendimento RAC, 23 lojas de seminovos e 53.439 carros.

De maneira independente, porém complementar a essas atividades, a Companhia conta com 39 lojas da JSL Concessionárias de Veículos leves e pesados, o que auxilia na conservação de uma das frotas mais jovens do país, e conta com a JSL Leasing no processo de venda dos ativos, operação voltada para leasing financeiro e operacional.

Índices de Liquidez:

Indicador de Liquidez Corrente: 2,025957
Indicador de Liquidez Geral:  0,973165
Indicador de Liquidez Imediata: 0,408053

Relação Receita x Lucro

Olá, pessoal!

Seguem dois vídeos que auxiliarão um pouco entre a relação de receita e lucro.


Receita Líquida


Lucro Bruto


Lucro da Unilever cai em 2015

A multinacional anglo-holandesa Unilever registrou queda de 5% no lucro líquido de 2015, para 4,91 bilhões de euros, na comparação com 2014. O resultado foi afetado pela base de comparação, pois a empresa registrou ganhos relacionados com desinvestimentos um ano antes. As vendas da companhia cresceram 10% no período, para 53,27 bilhões de euros, puxada por ganhos cambiais.

A multinacional acelerou as vendas em mercados emergentes, que representam mais de metade de suas receitas, em 2015. A empresa de bens de consumo foi beneficiada pelo aumento de preços e por produtos inovadores, mas sinalizou uma posição cautelosa para este ano.

A Unilever é dona de marcas como o sabão em pó Omo, os sorvetes Kibon, a linha de higiene Dove e a maionese Hellmann’s, As vendas em mercados emergentes cresceram 7,1% em 2015, acima do aumento de 5,7% no exercício anterior. O volume avançou 2,7%, enquanto os preços subiram 4,3%.

Nos mercados desenvolvidos, as vendas ficaram estáveis, com o aumento de volume na Europa ofuscado pela deflação de preços.

“Estamos nos preparando para condições de mercado mais difíceis e para a alta volatilidade em 2016. Portanto, é essencial manter a agilidade e a disciplina de custo em todo o negócio”, disse o presidente Paul Polman, em comunicado que acompanha o relatório de resultados anual.

A companhia está acelerando os processos de inovação, o uso de ferramentas digitais e adotou um programa global de orçamento "base zero", o que significa que cada item precisa ser individualmente aprovado, e não apenas as alterações em relação ao ano anterior. “Nossas prioridades continuam a ser o crescimento puxado por volume acima do mercado, a melhora constante na margem das operações centrais e o forte fluxo de caixa”, disse Polman.

As vendas ajustadas — excluem aquisições, alienações e câmbio — subiram 6,6% nas Américas em 2015, em comparação a um ano antes. Na Europa, o avanço foi de 0,3%. Na região que engloba Ásia, África, Oriente Médio, Turquia, Rússia, Ucrânia e Bielorússia, houve alta de 4,6%.

A América Latina apresentou aumento de dois dígitos nas vendas, principalmente por fortes reajustes de preço para compensar os aumentos de custos. O volume teve crescimento modesto por conta da queda de renda do consumidor, disse a empresa. Os volumes ficaram estáveis no Brasil e cresceram na Argentina, México e Colômbia. 

(Tatiane Bortolozi | Valor)

Tipos de Ativos

Boa noite, pessoal!

O ativo faz parte das contas patrimoniais e compreende o conjunto de bens e direitos de organizações, possuindo valores econômicos e podendo ser convertido em dinheiro. O ativo se classifica em circulante (receita em até 12 meses, curto prazo) e não circulante (receita acima de 12 meses, longo prazo). O ativo não circulante ainda se classifica em realizável a longo prazo, investimentos, imobilizado e intangível.

Seguem abaixo algumas imagens que irão exemplificar melhor:

Estoque - Ativo Circulante
Dinheiro em Caixa - Ativo Circulante

Imóveis - Ativo Não Circulante - Imobilizado


Veículos - Ativo Não Circulante - Imobilizado

Ferramentas - Ativo Não Circulante - Imobilizado

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Capital de Terceiros e Capital Próprio

Boa tarde queridos leitores!!!!


Saber sobre o capital de terceiros e o capital próprio é essencial! Veja esse vídeo rápidinho que ajudará muito na sua nova aprendizagem!


https://www.youtube.com/watch?v=85bwkmvfDBU&app=desktop

O conceito de Ativo e Passivo segundo Contabilistas.

Boa tarde, pessoal!


Segue o conceito de Ativo e Passivo na visão de Medeiros e Gilles:
  • "O ativo representa todos os bens, direitos e valores a receber de uma entidade." Medeiros, Valdeci.
  • "O ativo é onde ficam as contas que são registrados os bens, créditos e direitos que compõe o patrimônio da empresa. " de PaulaGilles B. 

  • "O passivo representa todas as obrigações financeiras que uma empresa tem para com terceiros." Medeiros, Valdeci.
  • "No passivo ficam as contas onde são registrados os deveres e obrigações da empresa, como por exemplo, fornecedores, empréstimos e financiamentos, obrigações fiscais e sociais." de PaulaGilles B. 

O objetivo da contabilidade

Boa tarde, galerinha!

Uma das perguntas mais interessantes no tema de Contabilidade é saber o real objetivo dela e nada melhor que a opinião de uma pessoa formada e que estuda por muitos anos esse assunto.  Segue a citação de Reinaldo Luiz Lunelli é contabilista, auditor, consultor de empresas, palestrante, professor universitário, autor de diversos livros de matéria contábil e tributária:

"O objetivo central da contabilidade precisa ser a plena satisfação das necessidades de cada grupo principal de usuários, a avaliação da situação econômica e financeira da entidade, num sentido estático, bem como fazer inferências sobre suas tendências futuras. Em ambas as avaliações, todavia, as demonstrações contábeis constituirão elemento necessário, mas não suficiente."

Até mais!

Demonstração Financeira da Hering

Boa tarde, leitores!

Segue o link da Demonstração Financeira da empresa CIA Hering: http://hering.riweb.com.br/Download.aspx?Arquivo=ey9Ih1IJHKDx1CuKWISalg==

Total 2015 Consolidado

Ativo: R$1.472.492.000
Passivo: R$298.528.000
Patrimônio Líquido: R$1.173.964.000
Lucro Líquido da Empresa: R$281.170.000

Se você ficou interessado e gostaria de saber mais, acesse o link acima e fique por dentro de todo o resultado da empresa no ano de 2014 e 2015.


A importância da contabilidade para tomada de decisão

         A contabilidade, como ciência social aplicada, tem a capacidade para captar, registrar, acumular, resumir e interpretar os acontecimentos que afetam o patrimônio econômico financeiro de qualquer ente. Estas características da contabilidade estão relacionadas à metodologia das partidas dobradas que permite um registro constante e assertivo dos fatos contábeis, além do embasamento nos Princípios de Contabilidade e Normas Brasileiras de Contabilidade.
A partir do correto registro dos fatos contábeis, a contabilidade passa a ser um ferramental que permite a emissão de relatórios contábeis que têm como objetivo fornecer a posição financeira da empresa para os grupos de pessoas e de interesses que necessitam da informação contábil - como: sócios, acionistas, administradores, bancos, governo, entre outros. (IUDÍCIBUS, 2008).
Estes demonstrativos contábeis são elaborados a partir da interpretação e registros dos fatos econômicos (SILVA, 2010). Para que os demonstrativos financeiros possam cumprir o objetivo de informar de forma completa, clara e transparente as informações devem ser preparadas de acordo com os princípios contábeis de contabilidade e preservando seus atributos de forma que tornam as demonstrações úteis ao seu usuário (SUZUSTER, 2008).
            A contabilidade assume então uma forma ampla e abrangente apoiando constantemente a administração das empresas através do fornecimento de informações que subsidiam a tomada de decisão.
             Apesar da amplitude da função contábil, as microempresas ainda a utilizam apenas com o objetivo de apurar o recolhimento de impostos e tributos, focando somente suas relações com o fisco. Por desconhecerem ou não se interessarem pelos benefícios que podem ser proporcionados pela contabilidade, a acabam por não enviar a documentação completa que permita uma escrituração confiável que possa gerar informações verídicas sobre a saúde financeira da empresa.
           De acordo com o Portal de Contabilidade – COSIF, às pequenas, média e microempresas “(...) geralmente operam no paralelo (na informalidade), sem a emissão de documento fiscal e sem nenhuma escrituração contábil ou extra contábil (...)”. Esta forma de gerir as empresas pode justificar a insolvência, já que por falta da escrituração não conseguem obter a informação financeira, desconhecendo se a empresa gera lucro ou acumula prejuízos.
Desta forma, reconhece-se que o registro dos atos e fatos das transações econômicas da empresa é de vital importância, necessitando basear-se em documentação adequada sobre as transações negociadas pela empresa. Somente a partir de uma documentação completa e hábil os registros poderão ser feitos em conformidade com as normas de contabilidade, resultando na divulgação de informações transparentes e de grande utilidade aos administradores, investidores e demais setores envolvidos com a empresa como governo, instituições financeiras, fornecedores, credores em geral, empregados e até mesmo a sociedade civil.
REFERÊNCIAS
Contabilidade geral: Introdução à contabilidade Societária / Natam Szuster... (et al.). – 2 ed. – São Paulo: Atlas, 2008
Outros autores: Ricardo Lopes Cardoso, Fortunée Rechtman Szuster, Fernanda Rechtman Szuster, Flávia Rechtman Szuster
Contabilidade Introdutória / equipe de professores da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP; coordenação Sérgio Iudícibus. – 10. Ed. 3. reimpr – São Paulo Atlas, 2008.
Silva, Alexandre Alcantara da Estrutura, análise e interpretação das demonstrações contábeis / Alexandre Alcantara da Silva. – 2. Ed – São Paulo, Atlas, 2010

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Entenda quais são as Funções Administrativas

Podemos considerar a administração como a tarefa que possibilita alcançar objetivos previamente definidos, com maior eficiência. Em seus princípios gerais, tem as seguintes funções administrativas (PODC): Planejamento, Organização, Direção e Controle. Para conhecer as funções de um administrador de empresas, entenda o que cada função administrativa significa.


Planejamento
Planejar é definir os objetivos, decidir como alcançar os planos, programar as atividades, alcançar as metas, algumas empresas ainda adotam o método arcaico de administração as escuras e não planejam, desta forma, não se preparam para possíveis reveses e acabam por terem insucesso em seus objetivos.

Organização
A função de organizar compreende várias fases, como a elaboração dos níveis hierárquicos e definição das estruturas organizacionais. Pode ser definida como a ordenação dos recursos materiais e recursos humanos visando atingir os objetivos estabelecidos, o Organograma da empresa é definido nessa função administrativa, este serve para representação da estrutura da empresa, estrutura departamental, deixando claro os níveis hierárquicos.

Direção
Esta é a função da tomada de decisões, de liderança e intercomunicação com os subordinados. Fazer acontecer, dinamizar, esta função administrativa exige muito da habilidade humana do profissional pela área relacionada, a direção pode ser a nível institucional abarcando toda a empresa, nível departamental abrangendo as unidades em separado e por fim a nível operacional.

Controle
Esta diretamente ligado ao planejamento, nesta função devem ser avaliados os progressos da empresa em seus objetivos e feitas as devidas correções para garantir que os resultados sejam satisfatórios.


Fonte: http://concursosdeti.net/funcoes-administrativas-nocoes-de-planejamento-organizacao-direcao-e-controle/

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Tomada de Decisão: Modelos

Os modelos organizacionais que envolvem a tomada de decisões são importantes para entender quais suas características principais  e quais poderão se adaptar numa possível resolução de problema. Veja alguns deles:

Modelo Racional de Decisão

É caracterizado por elevar os objetivos da organização como um todo, levando em consideração as alternativas para atingir esses objetivos. Esse modelo é baseado num raciocínio técnico, em que o tomador de opinião se baseavam na lógica e na objetividade para a resolução de problemas.

Modelo da Racionalidade Limitada ou de Carnegie

É caracterizado pelo critério de que: não é possível conhecer todas as possibilidades para tomar uma decisão, por falta de recursos, informações e análise das mesmas. Esse modelo utiliza a racionalidade limitada e a heurística (fazer inovações imediatas para atingir metas).

Modelo Incrementalista 

É caracterizado pela praticidade e aliado a realidade que o cerca, esse modelo demonstra que o racionalismo é limitado e que é necessário focar nas informações essenciais para se resolver o problema.

Modelo Desestruturado 

É caracterizado pela tomada de decisões estratégicas desestruturadas que são provenientes de problemas desconhecidos e de difícil resolução. No início da tomada de decisões o problema é desconhecido. Não se conhece alternativas e nem soluções para a resolução. Assim, o processo decisório é um pouco turbulento e sofre alterações quando os gestores enfrentam dificuldades no processo e buscam uma alternativa que se encaixe no contexto. 

Modelo da Lata de Lixo

É caracterizado pela tomada de decisões, na qual as soluções pensadas não são analisadas criteriosamente. Esse modelo, segundo os autores, é utilizado em ambientes ambíguos, chamados de “anarquias organizadas”, assim a busca pelas soluções vem antes do problema existir, as pessoas buscam na “lata de lixo” os problemas para serem resolvidos.

Modelo Comportamentalista

Caracterizado pela tomada de decisão mais adequada e baseada no comportamento dos indivíduos dentro das organizações, os gestores devem prever o impacto de suas decisões sobre os indivíduos para evitar conflitos com os mesmos.

Tomada de Decisão: Processo Decisório

Atores 

Nos ambientes organizacionais existem várias atividades em que o gestor deve tomar as decisões corretas, ao longo do processo. O indivíduo responsável por tomar decisões pode ser um governador, o presidente da organização, um diretor técnico de uma escola, ou grupos, como entidades, conselhos de ministros, comitês, juri, etc. Estes são conhecidos como os atores do processo decisório que irão avaliar e se basear nos valores do sistema que está inserido. Juntamente com os atores estão todos aqueles que sofrem as consequências das decisões. Tanto para organizações públicas, quanto para privadas existem processos que envolvem o planejamento de projetos que necessitam do processo decisório para evitar possíveis problemas futuros e garantir a eficácia na decisão.



Etapas 



Em Administração, Herbert Simon, um economista americano, foi um dos precursores da Teoria das Decisões. Sua teoria foi  capaz de explicar sobre o comportamento humano dentro das organizaçõs, no livro O Comportamento Administrativo. Ele enfatizou também que, as organizações são sistemas de decisões e de acordo com a Teoria Comportamental, cada funcionário dentro de uma organização participa da tomada de decisões individuais sobre determinado assunto na empresa, sempre considerando os critérios racionais e buscando resultados futuros.
Existem teóricos que se baseiam na tomada de decisão por várias perspectivas, mas conforme os estudos de diversos autores sobre o tema, as organizações seguem os seguintes passos:
  1. Expor o problema;
  2. Fazer um esqueleto do problema e relacionar suas partes, afim de construir um modelo;
  3. Montar o problema de forma técnica;
  4. Fazer uma simulação ou teste do modelo e as possíveis soluções;
  5. Determinar e delimitar uma forma de controle sobre a situação;
  6. Colocar em prática a melhor solução dentro da organização.

Os teóricos Koontz e O`Donnell, entendem a tomada de decisões como parte do planejamento administrativo.  Já Chiavenato delimita e explica que o processo decisório deve ser o foco do administrador. A cada dia as teorias sobre o processo decisório evoluem e novas perspectivas surgem para descobrir o melhor método para a tomada de decisões.
De acordo com o “pai” da tomada de decisões, Simon define decisão como um processo de análise e escolha das alternativas que uma pessoa poderá definir, sendo parte do processo administrativo a tomada de decisões. Assim, nesse processo existem os seguintes elementos:
» Tomador de decisões – aquele que decide ou escolhe um conjunto de alternativas para a ação.
» Objetivos – que o tomador de decisões quer alcançar;
» Preferências – critérios usados na hora da escolha;
» Estratégia – planos de ação utilizados para atingir determinados objetivos, dependendo dos recursos que possui;
» Situação – compreensão do contexto e do ambiente que irá ser atingido pela sua decisão;
» Resultado – consequência da estratégia utilizada pelo tomador de decisões.

Tomada de Decisão

Qualquer escolha que se faça numa organização implica numa tomada de decisão. Em todos os níveis e subunidades, as pessoas decidem e assim determinam a quantidade de criação de valor. 
    A tomada de decisão é o processo de responder a um problema, procurando e selecionando uma solução ou ação que irá criar valor para os acionistas da organização, sendo o problema de diversas naturezas, como o de procurar os melhores recursos, decidir como fornecer um serviço ou saber como lidar com um competidor agressivo.

Existem dois tipos básicos de decisão: as programadas e as não-programadas
  • As decisões programadas são repetitivas e rotineiras e fornecem estabilidade, aumento de eficiência e redução de custos. 
  • As decisões não-programadas são novas e desestruturadas, cujas soluções são encontradas à medida que os problemas aparecem, por isso requerem mais atividades de pesquisa dos gerentes para encontrar a solução.

Como melhorar a tomada de decisão?
Para superar os efeitos das influências cognitivas, algumas estratégias podem ser implementadas: 
  • Aumentar a tolerância dos grupos dos gerentes; 
  • Avaliar diversas propostas de solução escolhendo a melhor, ou desenvolver uma estrutura colateral; 
  • Uma organização informal de gerentes paralela à formal para espelharem; 
  • Avaliarem as tomadas de decisão e ações dos gerentes da estrutura formal.
Os gerentes precisam ser estimulados a desaprender idéias antigas e testarem suas habilidades de tomada de decisão. Algumas idéias para promoverem essa melhoria são: 
  • Coletar novas informações para avaliarem novas alternativas (pesquisas mostram que, na prática, essas idéias não são bem aceitas); 
  • Converter eventos em oportunidades de aprendizado e assim motivarem-se a encontrar novas respostas e formas de visão para algumas situações; 
  • Gerar novas alternativas de comportamento, motivando a aprendizagem.

A Análise de SWOT

O que é a Análise de SWOT?

    Nos dias de hoje, há uma palavra que é praticamente fundamental para todo negócio: Planejamento. É justamente disso que se trata a Análise de SWOT. O termo SWOT é um acrônimo das palavras strenghts, weakness, opportunities e threats que significam, respectivamente: forças, fraquezas, oportunidades e ameaças.

    Conceitualmente, a análise se trata de uma ferramenta estrutural da administração, que possui como principal finalidade avaliar os ambientes internos e externos, formulando estratégias de negócios para a empresa a fim de otimizar seu desempenho no mercado.
   O SWOT consegue maximizar as oportunidades do ambiente através dos pontos fortes da empresa e ainda minimizar as ameaças e pontos fracos que esta possui.




Quando ela é geralmente aplicada?
   Essa ferramenta é geralmente utilizada durante o planejamento estratégico, promovendo uma análise do ambiente interno e externo, com o objetivo de compilar tudo em uma matriz e assim facilitar a visualização das características que fazem parte da sigla. Qualquer organização pode fazer uso da análise competitiva. Analisando os pontos fortes e fracos da concorrência, assim como suas estratégias e comportamentos. Dessa forma, se torna mais fácil para a organização traçar uma estratégia competitiva forte e que funcione, com isso é possível fazer com que o plano de ação consiga reduzir os riscos e aumentar as chances do sucesso do negócio.


Ambiente Organizacional

Conceito
O ambiente organizacional refere-se ao conjunto de forças, tendências e instituições, tanto externas como internas à organização, que têm potencial para influenciar o desempenho organizacional.


Ambiente Externo
O ambiente externo é o contexto no qual as organizações existem e operam, sendo constituído pelos elementos que se encontram fora dos limites da organização.

Ambiente Interno
O ambiente interno é composto pelos elementos internos da organização, como trabalhadores, administradores, cultura organizacional, tecnologia, estrutura organizacional e instalações físicas.

Outro fator importante no ambiente organizacional é o clima organizacional que é a cultura adotada por um empresa, cada uma tem seu histórico e costumes o qual deve ser conhecido para buscar a melhor forma de administrar.


importância do estudo do ambiente consiste na possibilidade de verificar pontos críticos de pressão ambiental e identificar prováveis tendências de mudança, além de aumentar o poder de previsibilidade e controle, de proatividade (agência) da organização sobre os elementos externos e de desenvolvimento de mecanismos de gestão de impactos ambientais.